Por anos, os médicos lutaram contra a percepção de que doenças do coração são majoritariamente angústias masculinas. Mas, na verdade, doenças cardiovasculares são as maiores causadoras de mortes tanto entre homens como mulheres nos Estados Unidos, de acordo com o Instituto Nacional de Saúde. Duas em cada cinco mulheres morrem por doença ou ataque do coração, mais do que a combinação de todas as formas de câncer.
Agora, administradores da saúde estão estabelecendo sua investida para informar mais mulheres sobre as ameaças ao coração. A campanha segue um estudo da Associação Americana do Coração, feito inicialmente em 1977. Na época, estudo mostrou que apenas 30% das mulheres estavam cientes de que as doenças do coração eram a maior ameaça para sua saúde. Um levantamento realizadocno ano passado descobriu que esse índice havia subido para 55%.
"As mulheres têm muito mais conhecimento, mas elas não estão o transformando em ação", diz a Dra. Jennifer Mieres, diretora de Cardiologia e professora associada de medicina Clínica na Escola de Medicina da Universidade de Nova York, e porta-voz da Associação Americana do Coração. "Aí está o desconexo".
A associação do Coração continua impulsionando a campanha "Go Red for Women (Sinal Vermelho para as mulheres), que inclui um guia online para avaliar os fatores de riscos específicos individualmente.
"Com isso, as mulheres aumentam seu processo de reflexão sobre os fatores de risco", avalia o Dr. Nieca Goldberg, Cardiologista e professor associado de medicima na Universidade de Nova York, e diretor médico do Programa de Saúde da Mulher da universidade.
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